Conforme divulgado pelo TodoDia, a escolha de área para atuação dos caçambeiros é um problema antigo. Sem local definido para despejo dos materiais, os caçambeiros encaminham os resíduos sólidos que coletam para Americana e Paulínia, onde há espaços próprios para receber esse tipo de produto.
De acordo com a assessoria de imprensa do DAE (Departamento de Água e Esgoto), a área do aterro está ociosa e com escavações profundas por ter cedido terra para a construção da Represa São Luiz, que fica nas proximidades. A expectativa é que no local sejam depositados cerca de 97 mil metros cúbicos de entulho. A autarquia ressaltou, no entanto, que ainda não foi emitida licença de funcionamento e que, por isso, a área ainda não pode ser utilizada.
O diretor superintendente do DAE João Giovanetti disse que no aterro poderão ser depositados apenas resíduos de construção, como tijolo, telha de barro, concreto não armado (ausente de ferro) e terra, de acordo com as normas do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente). Materiais orgânicos e minérios não poderão ser encaminhados para o local.
Fonte: jornal Todo Dia